quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

Cansado de propaganda

Com a prática de compartilhar propaganda no Facebook e outras redes sociais, ainda que de forma bem-intencionada, é de se prever que as pessoas cansem e migrem para outro tipo de mídia.
Facebook está deixando de ser rede social e virando uma rede de propagandas. Trata-se de um negócio do tipo "win-win". Porque normalmente o consumidor ganha alguma vantagem e as empresas lucram com esta prática, porque é publicidade gratuita e muito mais visível que a tradicional, que fica no cantinho direito da página.
Será o fim do Facebook?

quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

Capitalismo desbravando a última fronteira

Este ano iniciarão os voos espaciais comerciais. Já existe até promoção para enviar interessados. Mas se o sujeito quiser simplesmente pagar para ir custará caro. Atualmente custará USD 110.000,00. De qualquer forma o preço está baixando. Em 2001, a nave russa Soyouz levou o milionário americano Dennis Tito por vinte milhões de dólares.
Um projeto mais ambicioso, realizado por empresas privadas, planeja extrair minérios de asteroides de órbita próxima ao nosso planeta. Os custos fazem sentido, porque cientistas estimam que apenas um asteroide de de 2,8 km de diâmetro com órbita próxima pode conter vinte trilhões de dólares em platina e outros metais.
Por fim, cogita-se enviar astronautas a Marte pela Mars One, uma empresa privada, no ano de 2023.
Uma vez economicamente viável, a exploração espacial dará saltos gigantescos, rumo ao desconhecido.

quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

Como é que é?

Parte de sua rede de sinalização IP apresentou instabilidade a partir das 12h15, o que afetou a rede móvel.
Traduzindo: não funcionava. 

terça-feira, 15 de janeiro de 2013

Ainda há esperança

Administrar sempre será escolher prioridades.
Infelizmente, a maioria das pessoas acha que os recursos públicos são ilimitados e que o prefeito, o governador ou o presidente pode dispô-los da maneira que bem entender.
Mas não funciona assim.
Na verdade, a administração é limitada a gastar aquilo que está previsto no orçamento o que a obriga a fazer aquilo que se denomina "escolhas trágicas" que são os gastos com a saúde, educação, segurança, saneamento, mobilidade urbana e um sem número de obrigações para satisfazer a coletividade.
Foi o que aconteceu com Petrópolis que decidiu cancelar a festa de carnaval.
O curioso é que a decisão foi apoiada por uma dirigente de escola de samba ao dizer que “Não é justo realizarmos uma festa, enquanto os hospitais estão sem leitos e sem remédios”, diz a diretora de patrimônio da Escola de Samba Independente de Petrópolis, Marilda da Silva Antunes.
Talvez um dia nossos administradores entendam que o populismo irresponsável não existe mais lugar na nossa política.

sábado, 5 de janeiro de 2013

Eterno ciclo vicioso

Como sabemos, o usuário de drogas que perambula pelas ruas da maioria das cidades do país não é tratado como um problema de segurança e sim de saúde pública.
Assim, o usuário de drogas, diferente do traficante, na nossa pátria mãe gentil não é processado criminalmente.
Por outro lado, os programas que visam retirá-los das ruas e interná-los para tratamento. sofre crítica  autoridades, pois segundo um promotor de justiça do Rio de Janeiro:
São operações de enxugar gelo, porque as pessoas são recolhidas aos abrigos do município e lá não permanecem, porque esses abrigos ainda carecem de uma estrutura adequada e por conta da falta de uma política no município para o atendimento dessas pessoas.
Infelizmente, todos os problemas deste país são atribuídos à falta de "políticas públicas", mas quando se faz alguma ação concreta, nunca faltará críticas da elite.
Somos, enfim, um país muito bom para apontar problemas, mas péssimos para encontrar uma solução de consenso.

quarta-feira, 2 de janeiro de 2013

terça-feira, 1 de janeiro de 2013

Dia da posse dos novos prefeitos

ex-presidente Jânio Quadros desinfeta a cadeira que teria sido usada por Fernando Henrique Cardoso

Hoje mais de 5000 prefeitos tomam posse no Brasil. De uma maneira geral as transmissões de cargos de prefeitos seguem uma tradição de civilidade no nosso país.
Mas na eleição de 1985 na cidade de São Paulo ocorreu um fato, no mínimo inusitado. O prefeito eleito, o ex-presidente Jânio Quadros, desinfetou a cadeira do prefeito, porque seu adversário teria sentado nela um dia antes. Na ocasião, Jânio anunciou aos presentes:  “gostaria que os senhores testemunhassem que estou desinfetando esta poltrona porque nádegas indevidas a usaram”.
Mando meus desejos de boa sorte aos novos mandatários.