Fiquei ausente por alguns dias.
Aconteceu que comprei um novo PC, que teve problemas na fonte, pois ele só acionava sem o estabilizador de voltagem. Só funcionava com o cabo de força ligado diretamente na tomada e para quem mora em locais de instabilidade climática, sujeito a tempestades, é quase como jogar o equipamento no lixo. Fiquei pensando se eu teria que ir à Dona Justa para resolver a questão.
Então tive que aguardar um técnico para trocar a fonte de alimentação e agora está tudo funcionando direitinho. Sou grato à Dell pela agilidade.
Enfim, foi um contratempo da era digital.
Vou pedir um pouco de paciência para quem enviou consultas, pois estou configurando tudo a partir do zero. E ainda estou aprendendo a usar o Windows Vista!
Então voltei, isso se alguém sentiu minha falta :-)
Pensamentos de um servidor público que é operador do direito, que gosta de escrever sobre assuntos aleatórios.
segunda-feira, 18 de junho de 2007
sexta-feira, 8 de junho de 2007
Juiz manda socialite voltar para cadeia
A socialite Paris Hilton, herdeira da rede de hotéis Hilton, famosa por seus escândalos na mídia, foi condenada a 45 dias de prisão.
A história começou em 7 de setembro do ano passado quando um policial flagrou a modelo dirigindo seu Mercedez-Benz em zigue-zague e foi reprovada no exame do bafômetro. Foi condenada a uma multa de mil e quinhentos dólares, participar de aulas sobre alcolismo e se comprometeu a não mais dirigir de forma imprudente. O processo foi suspenso por 36 meses. Nos meses que seguiram, foi flagrada duas vezes dirigindo sem licença.
Foi parar no tribunal e desta vez foi condenada a 45 dias de prisão. Prisão mesmo. Encarcerada. Na jaula.
Mas o xerife mandou soltá-la depois de cumprir apenas 3 dias da pena, alegando que ela não tinha condições psicológicas de suportar a prisão.
Em audiência, o juiz do caso ordenou que ela tinha que cumprir a pena integralmente na prisão. O assistente da acusação observou que a soltura da socialite erodia a confiança no sistema judicial.
O que me chama atenção é que no Brasil se diz "a polícia prende e a Justiça solta" e lá aconteceu justamente o contrário: a polícia soltou e a Justiça prendeu :-)
De qualquer jeito o caso é tema de reflexão para o nosso Poder Judiciário.
quinta-feira, 7 de junho de 2007
Lado fúnebre da Justiça
"uma (01) urna funerária de luxo formato oval, de madeira escura mogno, medindo 2,10 x 0,76 com, ref 401, avaliada em R$ 3500,00 (três mil e quinhentos reais"
A coisa fúnebre foi a leilão, mas, como era de se esperar, ninguém se interessou.
Cruz credo! :-)
terça-feira, 5 de junho de 2007
Cães nas ruas
Dirigindo ontem, ao cruzar uma rua preferencial, ouvi à direita um som alto e estranho como se fosse metal arrastando pelo asfalto.
Por intuição, olhei rápido para a direita e vi uma motocicleta caída deslizando pelo asfalto, lembro que saía faísca do cano da descarga por causa do atrito e ao lado da moto vi um pobre de um vira-lata uivando e tentando se levantar.
Tudo foi muito rápido e só depois de alguns minutos revendo a cena na minha mente concluiu que foi a motocicleta atropelou o cão, que causou a queda do motoqueiro.
Sou contra o recolhimento de cães vadios, pois temo pela crueldade que os animais acabarão sendo tratados.
Mas a partir de ontem, devo reconhecer que os cães nas ruas são um perigo para quem dirige. Inclusive há decisões judiciais que responsabilizam o poder público ou os concessionárias de estradas por acidentes causados pela invasão de animais na pista.
Por intuição, olhei rápido para a direita e vi uma motocicleta caída deslizando pelo asfalto, lembro que saía faísca do cano da descarga por causa do atrito e ao lado da moto vi um pobre de um vira-lata uivando e tentando se levantar.
Tudo foi muito rápido e só depois de alguns minutos revendo a cena na minha mente concluiu que foi a motocicleta atropelou o cão, que causou a queda do motoqueiro.
Sou contra o recolhimento de cães vadios, pois temo pela crueldade que os animais acabarão sendo tratados.
Mas a partir de ontem, devo reconhecer que os cães nas ruas são um perigo para quem dirige. Inclusive há decisões judiciais que responsabilizam o poder público ou os concessionárias de estradas por acidentes causados pela invasão de animais na pista.
segunda-feira, 4 de junho de 2007
Exame de paternidade gratuito
Na época não havia exame de DNA gratuito. E a mulher não tinha dinheiro para pagar o exame.
O resultado foi o esperado. A ação foi julgada improcedente embora a sentença reconhecesse que "dificilmente alguém acusaria gratuitamente a paternidade de dois filhos".
Belo começo, perder uma ação com base do princípio de que "ao autor compete o ônus da prova". Poder-se-ia ler o princípio também como "só quem tem dinheiro suficiente pode produzir prova".
Felizmente as coisas mudaram.
Hoje, por meio de convênio do Tribunal de Justiça do Estado do Rio Grande do Sul e a Fundação Estadual de Produção e Pesquisa em Saúde é possível realizar o exame gratuito de DNA e assim as pessoas que tiveram a desventura da pobreza poderão ter a certeza científica daquilo que alegam em juízo.
E para os membros do Judiciário e do Ministério Público será uma prova decisiva para condenar o malacabado que não quer assumir a paternidade das crianças.
sábado, 2 de junho de 2007
Ponte Internacional Barão de Mauá, divisa entre o Brasil e o Uruguai
Com o real valorizado, o povão da região sul está comprando de tudo nos free shops da fronteira. Uma das cidades mais visitadas é Rio Branco, no Uruguai, que faz fronteira com Jaguarão-RS. Além de ser um passeio agradável, pode-se conhecer duas cidades históricas. Entre as atrações (além das compras) é a ponte internacional Barão de Mauá, construída em 1929. É o lugar que marca do 'paso de frontera' entre o Brasil e o Uruguai. A foto acima mostra a ponte ainda em construção.
sexta-feira, 1 de junho de 2007
Quem paga a conta?
Recebi este texto de uma amiga, vale a pena dividir :-)
Quem é que vai pagar por isso?
Foi com surpresa que me deparei outro dia com um costume que eu jurava
que não existisse mais. Estava jantando num restaurante com meu
namorado quando o garçom trouxe dois cardápios para a mesa. Ambos listando todos os pratos da casa,mas o meu, sem preços. Quem deve pagar a conta, afinal? Como se houvesse uma resposta única para uma questão complexa. Vamos resolver isso de uma vez por todas: no caso de ser apenas uma casal de amigos, cada um paga sua parte, a não ser que um queira fazer uma gentileza pra o outro. O outro, elegantemente, retribuirá
numa próxima vez.
Terminada a sessão amigos, vamos ao que interessa: encontros amorosos, sexuais ou matrimoniais. Queridas feministas fiquem fora disso.
* Se o homem convidou a mulher para jantar pela primeira vez, ele paga. Não
tem acordo.
* Se o homem convidou a mulher para jantar pela segunda vez, paga de novo.
Se está meio duro, que a convide para um lugar modesto, sem problema. *
* Se ele andou aprontando,sendo grosseiro ou pisando na bola, podem
estar juntos há 20 anos: ele paga. Caro!
* Se ela andou aprontando, sendo grosseira ou pisando na bola, ele paga
também, para que ela não pense que as coisas se resolvem assim tão
facilmente, com uma continha de restaurante.
* Se ele não tem um tostão, está desempregado, quebrado, falido, mas
compensa sendo um cara sensacional, ela paga quantas vezes for preciso ("mas
torcerá, em silêncio, para que essa situação seja passageira").
* Se ela não tem onde cair morta , mas é tão doce que faz questão absoluta
de pagar pelo menos um vez na vida, ele a leva para comer cachorro-quente e
permite rachem a conta.
* Se os dois são milionários, ele paga.
* Se o casamento está em crise, ele paga. Era só o que faltava fazê-la
chorar e arcar com a conta ainda por cima.
* Se o casamento está em lena lua-de-mel, ele paga. E vai achar barato.
* Se ela é uma deusa e ele um tribufu, nada muda ué: ele paga!
* Se ele é um gato, um papo ótimo e uma cama melhor ainda, ela cozinha em
casa para ele e nunca mais o deixa escapar.( Isso existe?!)
* Se ele é grosso, ignorante e mal-educado, ela paga a conta e pede lincença
para ir ao toalete, quando na verdade vai pegar um táxi para casa e
providenciar a troca do número do telefone.
* Se você não se encaixa em nenhuma desses situações, ele paga.
Jornal O Globo- Revista
Data: 25/03/2007
Autora: Martha Medeiros
Quem é que vai pagar por isso?
Foi com surpresa que me deparei outro dia com um costume que eu jurava
que não existisse mais. Estava jantando num restaurante com meu
namorado quando o garçom trouxe dois cardápios para a mesa. Ambos listando todos os pratos da casa,mas o meu, sem preços. Quem deve pagar a conta, afinal? Como se houvesse uma resposta única para uma questão complexa. Vamos resolver isso de uma vez por todas: no caso de ser apenas uma casal de amigos, cada um paga sua parte, a não ser que um queira fazer uma gentileza pra o outro. O outro, elegantemente, retribuirá
numa próxima vez.
Terminada a sessão amigos, vamos ao que interessa: encontros amorosos, sexuais ou matrimoniais. Queridas feministas fiquem fora disso.
* Se o homem convidou a mulher para jantar pela primeira vez, ele paga. Não
tem acordo.
* Se o homem convidou a mulher para jantar pela segunda vez, paga de novo.
Se está meio duro, que a convide para um lugar modesto, sem problema. *
* Se ele andou aprontando,sendo grosseiro ou pisando na bola, podem
estar juntos há 20 anos: ele paga. Caro!
* Se ela andou aprontando, sendo grosseira ou pisando na bola, ele paga
também, para que ela não pense que as coisas se resolvem assim tão
facilmente, com uma continha de restaurante.
* Se ele não tem um tostão, está desempregado, quebrado, falido, mas
compensa sendo um cara sensacional, ela paga quantas vezes for preciso ("mas
torcerá, em silêncio, para que essa situação seja passageira").
* Se ela não tem onde cair morta , mas é tão doce que faz questão absoluta
de pagar pelo menos um vez na vida, ele a leva para comer cachorro-quente e
permite rachem a conta.
* Se os dois são milionários, ele paga.
* Se o casamento está em crise, ele paga. Era só o que faltava fazê-la
chorar e arcar com a conta ainda por cima.
* Se o casamento está em lena lua-de-mel, ele paga. E vai achar barato.
* Se ela é uma deusa e ele um tribufu, nada muda ué: ele paga!
* Se ele é um gato, um papo ótimo e uma cama melhor ainda, ela cozinha em
casa para ele e nunca mais o deixa escapar.( Isso existe?!)
* Se ele é grosso, ignorante e mal-educado, ela paga a conta e pede lincença
para ir ao toalete, quando na verdade vai pegar um táxi para casa e
providenciar a troca do número do telefone.
* Se você não se encaixa em nenhuma desses situações, ele paga.
Jornal O Globo- Revista
Data: 25/03/2007
Autora: Martha Medeiros
Assinar:
Postagens (Atom)