domingo, 26 de dezembro de 2010

Mais presentes de Natal

Meu Natal foi muito bom. Teve muita carne e salada no almoço com a família e uma tremenda soneca à tarde. Hoje começa a nova série de "Trato Feito", no History Channel. Gosto de ver gente lutando para ganhar dinheiro e que vive do próprio trabalho.

quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

Que zica é esse país!

Estou fazendo meu tcc da pós-graduação e fiz uma pesquisa no site do Amazon, a maior livraria online do mundo, e verifiquei o preço de um livro importado. Não sabia se este livro tinha tradução nacional e pelo sim, pelo não, resolvi checar o site da Saraiva. Já tem. Só que o preço, em moeda nacional, é três vezes maior. Como dizia Paulo Francis, pagar imposto neste país corresponde à doação, porque não há serviço correspondente.

sábado, 11 de dezembro de 2010

O tipo de vida que não me serve

As aulas da minha pós-graduação às sextas à noite para mim são um prazer depois de trabalhar e fazer musculação.
Apesar de me dar bem com os colegas da pós-graduação, sempre sento na frente porque não gosto do burburinho e das conversas paralelas do grupo. À medida que o tempo passa logo em seguida começa o coro de bocejos e suspiros, típico de quem está ali só para cumprir horário.
De fato, muitos vêem o curso como um martírio insuportável e não uma oportunidade de aprender, que deveria ser algo prazeiroso.
Se fosse também assim pra mim, com certeza eu ficava em casa!
 

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

Até quando?

O lúcido colunista Luís Carlos Prates escreveu um artigo sobre o Rio Grande do Sul, está aqui: Até quando?
Cada vez mais me convenço que o Rio Grande do Sul se parece mais com uma república de bananas do que um estado europeu dentro do Brasil.

domingo, 5 de dezembro de 2010

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Drogas nas Forças Armadas e princípio da insignificância

Há um tempo atrás critiquei as decisões do Supremo Tribunal Federal que admitiam a aplicação do "princípio da insignificância" nos crimes de consumo de drogas por parte de efetivos das Forças Armadas do Brasil. De fato, sequer é inadmissível a ideia de um integrante das forças policiais e militares, possa sair impune de um crime tão nefasto para a credibilidade de uma instituição baseada na hierarquia e disciplina.
As ações das Forças Armadas, das polícias federal e estadual contra as drogas no Rio de Janeiro são exemplos que não cabia a aplicação do princípio da insignificância no que diz respeito ao consumo de drogas de seus efetivos.
Se assim fosse, que moral teriam para reprimir o tráfico de drogas  nas favelas do Rio?
Felizmente as decisões do Supremo Tribunal Federal, depois de algum vacilo, não estão mais admitindo o princípio da insignificância nestes casos.

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Propaganda de aumotóveis

Elas me dão nojo. Dão a ideia de que o sujeito não deve trabalhar para ser feliz na vida. Isso tem um nome. É uma manifestação do subconsciente do marqueteiro que fez o comercial.