quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

Até quando?

O lúcido colunista Luís Carlos Prates escreveu um artigo sobre o Rio Grande do Sul, está aqui: Até quando?
Cada vez mais me convenço que o Rio Grande do Sul se parece mais com uma república de bananas do que um estado europeu dentro do Brasil.

domingo, 5 de dezembro de 2010

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Drogas nas Forças Armadas e princípio da insignificância

Há um tempo atrás critiquei as decisões do Supremo Tribunal Federal que admitiam a aplicação do "princípio da insignificância" nos crimes de consumo de drogas por parte de efetivos das Forças Armadas do Brasil. De fato, sequer é inadmissível a ideia de um integrante das forças policiais e militares, possa sair impune de um crime tão nefasto para a credibilidade de uma instituição baseada na hierarquia e disciplina.
As ações das Forças Armadas, das polícias federal e estadual contra as drogas no Rio de Janeiro são exemplos que não cabia a aplicação do princípio da insignificância no que diz respeito ao consumo de drogas de seus efetivos.
Se assim fosse, que moral teriam para reprimir o tráfico de drogas  nas favelas do Rio?
Felizmente as decisões do Supremo Tribunal Federal, depois de algum vacilo, não estão mais admitindo o princípio da insignificância nestes casos.

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Propaganda de aumotóveis

Elas me dão nojo. Dão a ideia de que o sujeito não deve trabalhar para ser feliz na vida. Isso tem um nome. É uma manifestação do subconsciente do marqueteiro que fez o comercial.

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Riscos do populismo

O povão gosta de um líder inspirado e carismático. Enquanto tudo vai bem, enquanto as coisas dão certo, uma liderança pessoal e amada pelo povo é sempre uma maravilha. Mas, como todos sabem, as pessoas não são eternas, não importa se alguns destes líderes populistas mandam mumificar seus corpos. Assim, com o desaparecimento destes líderes, como ficam as instituições democráticas? O jornalista Eduardo Van der Kooy, do jornal argentino Clarín, escreveu após o falecimento do ex-presidente argentino Nestor Kirschner: "Un país que parece condenado a vivir entre la tragedia y el drama”.

domingo, 24 de outubro de 2010

Pedagogia do fracasso

Se as coisas não estão indo bem na sua vida, se você acumula vários fracassos, vale aprender a lição. Veja este vídeo. Vale a pena!

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

A onda verde foi só modismo

Onda verde só não basta. É moderno. É chique. É importante. Mas não basta.

Marina é uma pessoa cuja trajetória de vida merece a admiração e o respeito de todos. De fato, não é simples uma pessoa se alfabetizar aos quinze anos, começar a trabalhar como doméstica e eleger-se Senadora da República. Marina, sem dúvida, é uma Vencedora.

Acontece que é impossível deixar de reconhecer que as verdadeiras forças políticas nacionais resume-se ao PSDB e ao PT. Os outros partidos foram diminuindo de tamanho à medida que passaram a defender interesses paroquiais, fisiológicos e corporativistas.

Realmente, é impossível de deixar de concluir que o voto na Marina foi da classe média que encantou-se com sua educação, elegância e à preocupação com o meio-ambiente, dando um aspecto moderno às suas vagas propostas.

Mas em termos práticos e realistas, é totalmente inviável conceder a administração do país a um partido nanico, cheio de gente folclórica, oportunista e sem nenhuma estrutura.

Com efeito, a eleição começou agora e os debates obrigatoriamente abrangerão temas muito mais indigestos, como reforma tributária, reforma política, papel do Banco Central, saúde, educação, assuntos que não entusiasmaram os que aderiram à “onda verde”, e querendo ou não terão que optar por Serra ou Dilma.

O Brasil merecia mesmo o segundo turno.